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Para informações, críticas, sugestões ou reclamações sobre a atuação da regional Sul de Minas da ABPF, fale conosco.

Para contatos sobre o Blog ou outras informações a respeito da regional, utilize o email: suldeminas@abpf.com.br

Além do email acima, para informações sobre os trens é possível utilizar também uma das formas de contato abaixo:

Trem das Águas

Telefone estação: (35) 3332-3011 funciona em horário comercial e finais de semana

Email: tremdasaguas@abpf.com.br

Trem da Serra da Mantiqueira

Telefone estação: (35) 3371-2167 funciona em horário comercial e finais de semana

Email: tremdaserrap4@abpf.com.br

Atenção: Reservas somente via os telefones acima! 

Ou se preferir, utilize o formulário abaixo, mas por favor, tenha certeza de que o endereço de e-mail esta correto, senão fica impossível enviar reposta:

 

31 Respostas para “Contato

  1. rodrigo

    31 de janeiro de 2012 at 15:49

    O que a regional de cruzeiro está fazendo a respeito das retiradas dos trilhos dos pela prefeitura ninguém está preocupado é a história de uma cidade que nasceu da ferrovia e hoje a prefeita quer acabar com uma história de mais de 100 anos é uma vergonha ninguém da ABPF está fazendo nada quanto a isto.
    Cadê o nosso patrimônio histórico, cadê o trem de cruzeiro ? Precisamos nos unir e não deixar este absurdo este cumulo continuar !
    Rodrigo mais um amante da ferrovia,indignado!

     
    • bcsanches

      1 de fevereiro de 2012 at 8:09

      Rodrigo,

      alguns esclarecimentos:
      * Não existe mais regional de Cruzeiro, apenas Regional Sul de Minas.
      * A prefeitura de Cruzeiro até onde se sabe não tem feito retirada de trilhos. Os únicos trilhos retirados foram do interior da CCC, mas são de propriedade dela e não há nada que se possa fazer.
      * O material de Cruzeiro continua em Cruzeiro, as oficinas de locomotiva continua operando a todo vapor e temos o orgulho de manter a média de reformar uma locomotiva por ano.

      Sobre o trem de Cruzeiro:

      Trem de Cruzeiro operou até 2001, sendo que para seu funcionamento, sempre foi preciso uma parceria entre ABPF e poder municipal, Cruzeiro não é uma cidade turística, apesar do enorme potencial que possui para tal, dessa forma, o governo municipal por volta de 1996 firmou uma parceria com a ABPF, onde a cidade cuidava da manutenção dos trilhos, além de todo trabalho turístico para fazer um trem desse porte funcionar, a ABPF assim cuidava da sua especialidade, que era gerir a operação do trem.

      Com as mudanças de governo em 2001, a prefeitura decidiu por encerrar a parceria, a ABPF mesmo assim, manteve por um ano, arcando com todos os custos e prejuízos a manutenção do trem em Cruzeiro para mostrar que tinha intenção e vontade de continuar, assim, em 2002 aproximadamente, foram encerradas as operações regulares em Cruzeiro, sendo mantidas apenas as oficinas de reparação pesada de locomotivas.

      Desde então, ocorreram diversas negociações com o governo municipal, pois um projeto dessa magnitude, ainda mais hoje com todos os custos envolvidos, é possível apenas numa parceria entre ABPF e governo municipal, não basta apenas por o trem para funcionar, é preciso todo um trabalho para se fomentar o turismo na cidade. O trem pode até ser o “carro chefe” de tal de projeto, mas sem uma parceria, não é possível.

      O patrimônio histórico que você se refere, esta aqui. Em Cruzeiro ainda existem 6 locomotivas a vapor (já visitou a estação?), alguns carros, sendo uma sendo reformada nesse momento e assim que estiver pronta, será enviada a Passa Quatro, para operar no Trem da Serra da Mantiqueira.

      No momento, a sociedade Cruzeirense se realmente tem interesse em um projeto desses, deve começar a cobrar o poder publico. A ABPF tem feito o trabalho dela, aqui mesmo na região basta ver o trabalho realizado em Passa Quatro, São Lourenço e o mais semelhante a Cruzeiro no momento, o magnifico trabalho sendo feito em São Sebastião do Rio Verde (que você pode pesquisar aqui no Blog), onde a prefeitura, sempre teve interesse em um projeto desses e lutou por anos para isso ocorrer e em 2011 o sonho da cidade começou a se tornar realidade, mais uma parceria que esta rendendo frutos.

      A ABPF esta zelando por todo material rodante da região e na medida do possível cuidando dos remanescentes da Minas & Rio Railway.

       
      • rodrigo

        24 de agosto de 2012 at 0:50

        Bruno obrigado !
        Estou meio sem tempo mais assim que possível farei uma visita até a oficina para namorar um pouco essas maquinas, que para mim é uma coisa muito romântica e que estão em boas mãos.
        Parabéns a toda equipe da regional a seu pai a você e seu irmão que com muita paixão cuidam desse patrimônio rico em história!

         
      • bcsanches

        24 de agosto de 2012 at 9:42

        Obrigado Rodrigo!

        Só não esqueça de entrar em contato para termos certeza que vai ter alguém la para lhe receber.

        Abraços

         
    • ARI FLORENTINO DA SILVA

      11 de julho de 2015 at 0:15

      ESTAMOS CONSIGO RODRIGO E AQUI NÃO É DIFERENTE. MAS VALE PENA LUTAR.

       
  2. almyr pereira de rezende

    10 de março de 2012 at 21:53

    Quais são as possibilidades de ABPF implantar um trem turístico na cidade de Miguel Pereira-RJ?
    (linha auxiliar da EFCB)
    A algum tempo, talvez uns dez anos atrás, a RFFSA, chegou a operar esse trem entre as estações de Miguel Pereira e Conrado, no pé da serra.
    Era explorada comerciamente pela empresa Montemor.
    A estação de Conrado, fica mais ou menos no nível do mar e Miguel Pereira, a 600m.
    A distâcia entre elas é de 30 km aproximadamente.
    O trem era tracionado pela locomotiva 1424 da Central ou mesmo, pela 327 da EFL, no momento pertencentes a regional de Sao Lourenço.
    Todavia, devido as más condições de manutenção de ambas locomotivas, o trem tinha ajuda de uma diesel, quase sempre a 2415, não me lembro o modelo, se G8 0u G12.
    Mesmo descendo a serra, não seria confiável a operação solo das locomotivas a vapor, pelo motivo citado.
    Bem antes da privatizaçao da RFFSA, esse trem foi extinto por falta de criatividade dos exploradores.
    Hoje, os trilhos continuam lá, pois a detentora da concessão do ramal, a FCA, abandonou todo esse patrimônio.
    Esta é a história daquele trem turístico que não deu certo.
    Agradeço a sua atenção.
    almyr rezende/Brasília DF

     
    • ARI FLORENTINO DA SILVA

      11 de julho de 2015 at 0:22

      UM TREM COMO ESTE DEVE OPERAR NÃO POR 10 ANOS MAS POR TODA ETERNIDADE PARA A SATISFAÇÃO DO CONTRIBUINTE BRASILEIRO. EM SÃO PAULO, MAIS PRECISAMENTE NO TRECHO PRESIDENTE EPITÁCIO – PRES. PRUDENTE, ESTÃO PENSANDO NA POSSIBILIDADE DE REATIVAR O TRECHO. UMA INICIATIVA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SP, O MP FEDERAL, A ALL E INTERESSADOS. REZAMOS PRA ISSO.

       
      • bcsanches

        12 de julho de 2015 at 20:36

        Caro Ari,

        os trens da ABPF não tem relação alguma com o governo, são todos iniciativa da Associação, que é privada e sem fins lucrativos.

         
  3. bcsanches

    11 de março de 2012 at 9:41

    Olá Almyr,

    o trem de Miguel Pereira foi operado pela a RFFSA a muito mais de 10 anos, mas não sei muitos detalhes.

    O que sei do trecho é que quase tudo já foi roubado, inclusive trilhos e com o tempo de abandono, um projeto desse costuma ficar bem caro.

    A implantação do trem turístico é bem complexo e é preciso existir interesses diversos, a começar pelos municípios envolvidos.

    Após a implantação, o trem precisa se tornar auto sustentável para poder bancar os custos e manutenção do material rodante.

    Infelizmente não temos informações sobre o que tem ocorrido em Miguel Pereira, talvez na nacional alguém possa lhe informar algo mais concreto: http://www.abpf.com.br

     
    • Denis de Abreu Oliveira

      29 de maio de 2014 at 23:18

      Ainda é possivel instalar um trem em Miguel Pereira. Lá existe a AFPF (Associação Fluminense de Preservação Ferroviária). Bem próximo na cidade de Paraiba do Sul, o atual governo trabalha para recuperação do trecho ferroviário e da restauração de uma locomotiva.

       
  4. Celso Franco

    15 de abril de 2012 at 10:34

    Olá a todos da ABPF regional Sul de MInas, antes de mais nada, gostaria de parabenizá-los pelo excelente trabalho de vocês. Em janeiro de 2000, estive aí em Cruzeiro e fiz a viagem com a maria fumaça até as proximidades do túnel da mantiqueira, lembrando que, só não chegamos ao túnel, pois, o ventilador da locomotiva havia quebrado. Hoje, 2012, gostaria de saber se o trecho da linha entre Cruzeiro e o túnel ainda têm os trilhos???, se ainda existe uma luz no final do túnel para uma possível volta do trem???, e se vcs de Cruzeiro efetuam a manutenção do mencionado trecho??? Aguardo uma possível resposta, aproveito para desejar-lhes muita paz e muito sucesso na luta pela preservação do nosso patrimônio ferroviário, afinal, o Brasil TREM jeito !!!
    Celso Franco ceframor@hotmail.com

     
    • bcsanches

      15 de abril de 2012 at 14:19

      Oi Celso,

      em 2000 o trem não ia mais até o túnel, o trecho foi interrompido no km 13 (o túnel é no 24) devido as chuvas entre natal e ano novo de 1999.

      O trecho ainda possui trilhos, mas esta abandonado desde 2001.

      Cruzeiro não é cidade turística e o trem sempre sofreu com isso. Aos poucos, o trem de Cruzeiro estava tornando a cidade conhecida e fomentando o turismo da cidade. Mas infelizmente, nessa época ele ainda não tinha condições de funcionar sozinho. Para tal, existia uma parceria entre ABPF e prefeitura, a ABPF cuidava da operação e manutenção do trem e a prefeitura cuidava da via. Com mudança de governo em 2000, a prefeitura rompeu a parceria.

      Perdeu o município, que recebia todo final de semana centenas de turistas (e que aumentavam a cada final de semana) e antes do rompimento, a ABPF já se preparava para expandir o trem, ampliando a frota com mais carros para poder dar conta do fluxo de passageiros. Material este que já se encontrava em Cruzeiro e após rompimento da parceria foi enviado a Passa Quatro e São Lourenço.

      A ABPF passou então a cuidar ela mesma da via e ainda manteve a operação deficitária por mais um ano para mostrar interesse e não perder o trabalho. A prefeitura infelizmente nunca demonstrou interesse para re-ativação e a ABPF Sul de Minas para garantir sua própria sobrevivência foi obrigada a interromper a operação.

      O trecho Cruzeiro túnel é de longe o mais bonito da ferrovia e (modéstia a parte) um dos mais bonitos do Brasil, infelizmente, só é possível reativar uma ferrovia dessas através de uma parceria ABPF / prefeitura, para se seja criado todo um projeto de turismo no município (que não englobe apenas o trem) para algo assim começar e prosperar.

      Hoje em Cruzeiro a ABPF mantém apenas parte do pátio ferroviário onde funciona suas oficinas e um barracão. O restante esta com a prefeitura e/ou DNIT.

       
  5. felipe

    10 de maio de 2012 at 11:58

    Em Poços de Caldas MG. há dois vagões da mogiana como quiosque de lanche a ABPF ja tentou compralos ou tem interese neles,//////// qual a história deles/////// quem é o dono/////// é mais facil construir uma réplica/////// me lembro deles já nos anos 80 antes não,//// quanto custaria a reforma mais ou menos,////// eles eram de primeira ou segunda classe //////existe mais algum por aí , //////em Ribeirão Preto SP. parece que tem más não achei na internete///// também em Atibaia SP.////// a ABPF participou daquele leilão/////// onde esta a linha de dicução na internete//////e aquela grande locomotiva de Monte Alegre do Sul SP. a prefeitura libera alguem ja tentou///// em Rafard SP. na estaçao tem uma maquina a diesel que modelo que é dentro do grande hotel aguas de são pedro a outra muito parecida

     
    • bcsanches

      10 de maio de 2012 at 12:01

      Felipe, nós somos apenas a Regional Sul de Minas, não podemos responder pela ABPF toda. Praticamente todas essas questões você pode consultar a nacional: http://www.abpf.com.br/site/

      Os dois carros em Poços de Caldas podem ser de qualquer um, da prefeitura, particular, etc. Isso tem que ser averiguado por lá.

       
  6. ANDRE LUIZ GONÇALVES PEREIRA

    10 de junho de 2012 at 0:38

    PEÇO IFORMAÇOES SOBRE A LOCOMOTIVA 207,ENCONTRA-SE EM CRUZEIRO,FOI RESTAURADO ALGUMA COISA NELA?

    ANDRE LUIZ
    JUIZ DE FORA

     
    • bcsanches

      10 de junho de 2012 at 15:37

      A locomotiva 207 esta na fila aguardando sua vez de entrar na reforma. É provável que ela seja a próxima assim que for finalizada a reforma da 522 ainda este ano, mas isso ainda não foi decidido.

       
  7. OSVALDO FILHO

    7 de agosto de 2012 at 16:26

    Trem de Minas
    Osvaldo Filho

    Ô meu bem,
    Ajeita os trem
    Que a coisa já está vindo!

    Vem cortando as montanhas de Minas,
    Vem flutuando por aquelas colinas,
    E atravessando o túnel do tempo.

    É por isso que cheguei adiantado
    E fiquei todo este tempo parado
    Esperando o trem chegar!

    A mala já está pronta!
    Eita, trem bão dimais da conta,
    Chega logo que eu quero entrar.

    Quero saltar da estação
    Percorrer cada vagão
    E um assento encontrar.

    Quero sentar perto da janela
    Contemplar a paisagem bela
    E as árvores poder contar.

    Pode soltar fumaça
    O meu medo logo passa
    Minha alma precisa descansar.

    Trago nas mãos uma bagagem
    Pra fazer esta viagem
    Que não sei quando vai terminar.

    Vamos juntos nestes trilhos
    Seguindo a linha e os brilhos
    Que a vida nos preparou.

    O trem de Minas está chegando
    Já está até apitando.
    Anunciando que vai me levar.

     
    • bcsanches

      7 de agosto de 2012 at 16:31

      Obrigado Osvaldo, ficou muito bom!

       
  8. João Geraldo dos Santos Junior

    1 de setembro de 2012 at 18:30

    Prezados colegas da ABPF! Sou colaborador (há tempo não recebo o boleto para contribuição) e professor universitário da FATEC Guaratinguetá. Uma aluna nossa (5º Gestão Financeira) pretende realizar uma pesquisa sobre a gestão financeira de um trem turístico (o Trem da Mantiqueira, especificamente). Seria possível? Posso passar p/ ela um contato de algum dos senhores? Qual seria? Desde já, agradeço!

    Prof. João Geraldo dos Santos Junior

     
    • bcsanches

      2 de setembro de 2012 at 17:40

      Olá Prof. João Geraldo,

      sobre o boleto, por favor entre em contato com a nacional através do site http://www.abpf.com.br/site/modules/contato/, nós não administramos essa parte.

      Sobre a pesquisa, pode entrar em contato conosco através do email suldeminas@abpf.com.br e assim podemos conversar para ver como ajudar.

      Obrigado.

       
  9. Jose Joaquim Negreiros de Arruda

    17 de fevereiro de 2013 at 3:24

    Prezados Senhores!
    Primeiramente quero parabenizar pela recuperação da estrada de ferro que reconhecidamente é um patrimônio do povo, principalmente pela importância que foi para o desenvolvimento do estado pela parte econômica, cultural e até emocional. Andar nos trilhos, ver um trem passar levando e trazendo gente, o reboliço de uma estação , ouvir o apito do trem, nos despertam sentimento indescritíveis, vivencias de uma época, saudades e de momentos em que o trem , estação e a linha, foram ícones em nossas vidas.
    O trem que passava na estaçãozinha de Américo Lobo, ligou a minha família, por mais de 4 gerações, ao resto do pais. Nossa família é muito grande e se se espalhou porá várias partes do Brasil e até para outros países. Esta estação está gravada em nossas vidas, principalmente as partidas e chegadas. A Estação foi construída na fazenda do meu bisavô que era o Barão de Monte Verde e que fez o discurso para Pedro II na inauguração da estação de São Sebastião do Rio Verde, que na época era Pouso-Alto, depois e levou a comitiva de Pedro II para Inaugurar a estação da Ponte do Carmo (Américo Lobo) e para almoçar na sua fazenda perto da estação. O Barão de Monte Verde (Joaquim Pereira da Silva) era amigo de Pedro II, sendo antes da guerra do Paraguai, chefe da guarda no palácio no Rio de Janeiro..
    Crescemos nesta localidade e antes de desativarem o trem, minha mãe, meus avós e tias solicitaram o prédio da estação de Américo Lobo para funcionar a escola Municipal que minha tia era professora do município. Todavia o município nunca fez benfeitorias e posteriormente a prefeitura construiu uma nova escola em terreno doado pela minha mãe, mas, continuamos morando na estação. Depois minha mãe ficou muito de idade, meus avós e tias falecidas, minha mãe passou a morar em São Lourenço, mas, autorizamos um primo, aposentado da GM a morar na estação, que manteve e melhorou o prédio. As outras estações ,em área Rural, foram todas depredadas E a estação de Américo Lobo esta conservada e está sendo um ponto de reunião da nossa família todos os anos. A Estação de Américo Lobo, é denominada hoje de Estação Saudade pois é parte importante da nossa história. Desta forma pedimos que nos dê uma posição quanto o que pretendem fazer com o futuro da Estação de Américo Lobo. Se existe algum projeto em andamento. Peço também que nos informe as medidas corretas de cada lado da ferrovia, uma vez que atravessa de um pontilhão ao outro o terrenos de nossa família.
    Agradeceria muito se nos desse um retorno o quanto antes possível
    Agradecemos e colocamo-nos a disposição.
    Atenciosamente
    José Joaquim Negreiros de Arruda
    Tel 35 3331 8425
    Rio 21 9338 1773 MG 35 8425 1943

     
    • bcsanches

      21 de fevereiro de 2013 at 14:59

      Olá José,

      no momento não temos planos quanto ao uso da estação e não é previsto uma parada do trem no local até então. Caso algo venha a ser feito isso vai ter que ser conversado e negociado com os atuais ocupantes.

      Sobre as medidas, a faixa de domínio da via é de 15 metros para cada lado, a partir do centro da via.

       
  10. Marcio Furtado

    23 de dezembro de 2013 at 19:45

    Parabéns a vocês da ABPF, fui ferroviário da RFSA e FCA, e aposentei em 2012, mas gosto muito da área ferroviária, Cheguei ate a escrever um livro “CAMINHOS DE FERRO”. De vez em quando vou a São Lourenço matar a saudade.Nos ferroviários somos muito bem recebido nas regionais da ABPF

     
    • bcsanches

      24 de dezembro de 2013 at 10:00

      Obrigado Marcio!

       
  11. Eduardo de Paula Barreto

    21 de fevereiro de 2015 at 19:07

    Uma homenagem à minha cidade natal, São Lourenço, Minas Gerais.
    .
    .

    MARIA-FUMAÇA

    Lá longe apita a Maria-Fumaça
    Com o seu vapor jogado ao vento
    Se aproximando com leveza e graça
    Da estação de São Lourenço
    Onde memórias são resgatadas
    Emoções reavivadas
    Enchendo meus olhos de brilho
    Olhos que se perdem na distância
    Entre a estação e a minha infância
    Que se ligam por invisíveis trilhos.

    Nas ruas de paralelepípedo
    Minha bicicleta sacolejava
    Determinando o ritmo
    Com o qual eu pedalava
    Desviando das sarjetas
    Porque quem já andou de bicicleta
    Com certeza já padeceu
    Do enorme desconforto
    De ter que se sujar todo
    Só para remendar um pneu.

    Nas montanhas que formam um escudo
    Para proteger a bela cidade
    Anjos entoam cantos mudos
    Que só ouve quem tem sensibilidade
    São cantos que tentam induzir
    As pessoas para que queiram sair
    E se livrar das suas mágoas
    Absorvendo as energias postas
    Em tudo que a cidade mostra
    Principalmente nas suas águas.

    A Maria-Fumaça vai embora
    Com os seus pés de aço
    E da minha alma que aqui chora
    Leva um grande pedaço
    Que se acomoda como sentinela
    Em uma das suas janelas
    Para apreciar a paisagem
    E assim onde quer que eu esteja
    Fecho os olhos e sinto que me beija
    O vento de outras viagens.

    Eduardo de Paula Barreto

     
    • bcsanches

      23 de fevereiro de 2015 at 9:24

      Muito bonito Eduardo!

       
  12. Luciano Castro

    11 de abril de 2015 at 19:35

    Boa noite! só por curiosidade, quanto custa construir 1 km de ferrovia para abpf.
    Porque o governo fala que e mais caro que o de rodovias.
    E logo estarei visitando vocês, um abraço a todos

     
    • bcsanches

      13 de abril de 2015 at 10:35

      Olá,

      esta é uma questão simples, mas a resposta um tanto complexa. A ABPF em si nunca construiu uma ferrovia, ela já reformou ferrovias, já reconstruiu, mas isso é diferente de fazer uma linha nova. Pois em todos os casos, já existia o leito, obras de arte e em alguns casos, até mesmo trilhos.

      A construção de uma ferrovia tende a ser mais cara que de uma rodovia pois a ferrovia é bem mais exigente quanto a traçado, raios de curvas são maiores, rampas são mais suaves, tudo isso encarece a construção pois gera a necessidade de mais obras de arte (pontes, viadutos, túneis, etc).

      Obrigado

       
      • Luciano Castro

        13 de abril de 2015 at 19:39

        Obrigado pela a atenção!

         
  13. DAVID MURRAY

    9 de fevereiro de 2016 at 8:42

    Estive em Rio Claro, RJ e verifiquei que o trecho entre Barra Mansa e Angra dos Reis está lastimável e totalmente abandonado. Poderia a ABPF reabilitar o trecho entre Rio Claro e Lidice ? São aproximadamente 20 km. Não sei se são diretrizes para 2016 abrir novas frentes. Belo trecho, onde vi, nos áureos tempos, vários comboios serpentearem o Rio Piraí. Por força de novas atribuições estou meio afastado de Passa Quatro, mas em breve retornarei. Abraços.

     
    • bcsanches

      10 de fevereiro de 2016 at 10:36

      Olá,

      sim, são em torno de 20kms. O problema é o grande custo de se manter tal extensão de linha e de se ter público suficiente para sustentar um trem turístico. Um belo trecho, mas infelizmente, um tanto complexo para a ABPF cuidar sem incentivos ou parceiros.

      Atenciosamente

       

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