RSS

Oficinas de Cruzeiro – SP

Em Cruzeiro – SP ficam as oficinas de reparação pesada de locomotivas e re-bitolagem de dormentes de concreto.

A oficina fica localizada no pátio que era usada pelas linhas da SR-2 da (quase) extinta RFFSA e num dos barracões usados no passado para baldeação de cargas entre bitola estreita e larga.

Na oficina está concentrado no momento a maioria das locomotivas da regional, que aos poucos vão sendo restauradas, colocadas em operação e transferidas para um dos trens da regional.

Os trabalhos de reparação ficaram concentrados em Cruzeiro devido ao pessoal chave envolvido nesse trabalho residir na cidade e facilidades como diversos tipos de oficinas e serviços que podem ser encontrados na cidade para execução da grande variedade de serviços que são necessários para restauração de locomotivas.

A oficina conta com diversos tipos de tornos e ferramentas em geral, com um abrigo para que os serviços possam ser executados mesmo em dias de chuva, uma área fechada no pátio para proteção do material rodante, além de uma rampa que conta inclusive com trilho removível para fácil manutenção de rodeiros e suspensão.

Quando necessário a oficina também executa serviços emergenciais nos trens em operação, deslocando equipe até o trem para realizar o trabalho ou trazer as peças defeituosas para serem reparadas em Cruzeiro.

Principais Serviços Executados

Serviços em Andamento

Visitação

Não temos visitação regular as oficinas, mas caso queira conhecer, basta deixar um comentário nesta página ou nos enviar um e-mail para agendarmos uma data.

 

49 Respostas para “Oficinas de Cruzeiro – SP

  1. celso luis baraldo paiva

    20 de setembro de 2011 at 21:07

    Gostaria de saber se é possível fazer uma visita a oficina .
    De qualquer forma, muito obrigado!

     
    • bcsanches

      21 de setembro de 2011 at 10:04

      Sim Celso, é possível.

      O pessoal trabalha lá durante a semana, mas nem sempre vão poder lhe receber. O dia mais fácil é no Sábado durante a manhã. Se for viável para você me mande um email que agendamos para eu lhe receber lá (abpfsuldeminas@abpf.com.br).

       
  2. Edson honorato do nascimento

    17 de fevereiro de 2012 at 17:06

    Em primeiro lugar ,quero deixar registrado os meus sinceros agradecimento a todos os funcionarios

    da oficina pela forma dedicada e competente como executão suas missões,e em particular, ao Felipe que dispensa aos aos visitantes cordialidade e atenção.

    Agora minha pergunta, quando afinal a 221 entrará em reforma eu em particular considero esta loc. a mais charmosa de todas ela tem uma historia que daria p/ escrever um belo livro . Aguardo resposta

    um abraço em todos

     
    • bcsanches

      18 de fevereiro de 2012 at 14:20

      Olá Edson,

      muito obrigado pelos comentários.

      Sobre a 221, não sabemos dar uma data precisa, nossos trabalhos acabaram se atrasando pois foi preciso construir um novo tender em Cruzeiro (para regional de Campinas) e a equipe esta sendo alocada para trabalhar na 353 na regional de SP.

      A nossa meta, após concluída a reforma da 522 (que esperamos que agora termine até o meio do ano), é começar os trabalhos na 207 e/ou 221. Ainda não foi decidido qual das duas, a unica decisão é que será uma delas. É possível que o trabalho seja executado em paralelo nas duas e se tudo correr bem, até o final de 2013 (ou antes) a 221 entre em operação.

      Abraços

       
  3. Jorge Luís

    25 de fevereiro de 2012 at 10:06

    Prezados amigos
    Tenho um projeto de construção de uma réplica da 2 zinha que está aí em cruzeiro, gostaria de saber como fazer para visita-la e onde posso encontra-la, vou precisar também fazer um projeto para a construção, vocês aí teriam alguma coisa para me ajudar ?
    Abraço Jorge

     
    • bcsanches

      28 de fevereiro de 2012 at 15:47

      Olá Jorge,

      estou vendo o que temos que possa ser útil além dela própria :).

      Se quiser visitar ela é sem problemas, geralmente a oficina esta aberta todos os dias das 07:00 as 18:00hs, mas eventualmente o pessoal pode sair para ir em algum outro local e ficar fechada, então o ideal é agendar. Se quiser combinar um dia para visitar, inclusive final de semana, mande um email para suldeminas@abpf.com.br para combinarmos.

      De qualquer forma, ela esta na estação de Cruzeiro e pode ser visitada a qualquer dia e qualquer horário, mas ela fica dentro de uma área fechada e para chegar perto e ver detalhes, só quando a oficina esta aberta.

       
      • jorge

        20 de maio de 2013 at 17:50

        Olá boa tarde,
        Meu projeto da réplica da 2 zinha está em andamento e já fiz as rodas na fundição… ficaram excelentes, estou fazendo a base e já tenho várias peças similares, em breve enviarei fotos para vocês. gostaria muito de contar com os engates frontal e traseiro pois não tenho como reproduzir… seria demais contar com essa colaboração da ABPF. Abraço no Sr Jorge que me recebeu muito bem aí em cruzeiro. Gostaria de saber ainda se existe chance de apadrinhar a 2zinha e trazer pra cá no local onde ela começou a trabalhar em 1928.

        Jorge

         
      • bcsanches

        22 de maio de 2013 at 17:48

        Jorge, parabéns pelo projeto! Estou curioso para ver fotos!

        Sobre os engates, entre em contato comigo no email suldeminas@abpf.com.br para vermos o que pode ser feito.

        Abraços

         
  4. João

    6 de junho de 2012 at 18:26

    Boa noite eu gostaria de sber qual será a locomotiva a vapor(maria fumaça) que vai trabalhar na reativação da Estrada de Ferro Príncipe Grão Pará interligando as cidades de Magé x Petrópolis -RJ. Obrigado

     
    • bcsanches

      7 de junho de 2012 at 0:45

      Olá João,

      não estamos envolvidos com o projeto, por isso não sabemos dizer.

       
    • Marcos Dutra

      15 de junho de 2012 at 23:29

      Prezado João. Li em alguma publicação que a ideia, caso o projeto seja executado, é usar locomotivas modernas, com cremalheira, como as fabricadas pela suiça Stadler. http://www.stadlerrail.com/en/portrait/.

      Abraço

       
  5. almyr pereira de rezende/brontra pela frente em matéria de ferrovia.asília df

    16 de junho de 2012 at 15:56

    me perdoem, mas acho que já fiz esta pergunta!.
    é sobre o ramal da linha auxiliar da central do brasil, trecho conrado a porto novo.
    teria a ABPF alguma idéia no futuro, colocar trem de turismo de conrado (nível do mar) até miguel pereira, (600m aproximadamente, aclive de 2%) distância 40km aproximadamente,?.
    talvêz, a uns 20 anos passados, a rffsa chegou a fazer essa tentativa por duas vêzes e não deu certo, até porque, não houve interesse das prefeituras da região, que na realidade são antitrem.
    e o patrimônio ali é considerável e teria que alguém assumisse aquele trecho, pois a ditas prefeituras estão dilapidando tudo que enc

     
    • bcsanches

      17 de junho de 2012 at 14:35

      Almyr, da parte da nossa regional não existe qualquer projeto e nesse caso, se não houver interesse dos municípios envolvidos, isso complica demais o projeto. Pode ser que exista algo na ABPF nacional, mas é preciso consulta-los para se informar.

       
  6. almyr pereira de rezende/

    28 de setembro de 2012 at 16:11

    Alô sanches!
    Acabo de saber que FCA devolveu o trecho da linha auxiliar de Barão de Angra até Japeri. ( via Miguel Pereira), para a NTT.
    Esse trecho, está abandonado e dilapidado desde a privatização.
    Porém, a FCA, continua transportando a bauxita vindo de Barão de Camargo ( Cataguazes) até Barão de Angra, onde faz o transbordo para a bitola larga, indo para a Votorantim, em São Paulo).
    Existem nas estações de Avelar alguns PED abandonados, como em Governador Portela também.
    Em Governador Portela, são 06 PED, carregados de pontes, que foram fabricadas naquela oficina, antes da sua demolição.
    Essa oficina, era o depósito de locomotivas muito bem aparelhada. Depois, foi vendida pela RFFSA, para uma rede de supermercados, que a demoliu.
    Sem saber o que fazer com o terreno enorme, foi desapropriado pela a prefeitura de Miguel Pereirai, que nada fêz no local. até a presente data.
    Esta é uma das muitas histórias da ferrovia naquela região.
    Posteriormente falarei de outras.
    Almyr/Brasília DF

     
    • bcsanches

      28 de setembro de 2012 at 16:51

      Ola Almyr,

      eu cheguei a ver os vagões carregados com pontes em Miguel Pereira, a muitos anos. Mas já é oficial que a FCA devolveu o trecho? Tem algum link com reportagem a respeito. Se ela devolveu, é o fim desta linha.

       
  7. almyr pereira de rezende/

    9 de outubro de 2012 at 11:45

    nossos parabens a abpf são paulo/cruzeiro, pela recuperação dessa joia de locomotiva 353 (bitola larga)

     
    • bcsanches

      9 de outubro de 2012 at 11:57

      Obrigado Almyr!

       
      • Edson

        16 de outubro de 2012 at 9:52

        Bom di agora eu gostaria de saber verdadeiramente se a locomotiva 221 ou 207 ou em último caso trabalhará definitivamente na reativação da ferrovia rõ pará. Se alguém puder me dar uma resposta definitiva e certa eu agradeço demais,estou farto de saber suposiçõers eu quero somente certezas ew saber quando isso realmente acontecerá.Obrigado

         
      • bcsanches

        16 de outubro de 2012 at 10:08

        Reativação de qual ferrovia? É provável que tanto a 221 e a 207 sejam transferidas para São Lourenço para compor o quadro de tração do trem das águas.

         
  8. Edson

    16 de outubro de 2012 at 12:54

    Gostaria de saber se a locomotiva 221, 207,522 ou 505 enfim qual dessas locomotivas será utilizada na reativação da estrada de ferro príncipe grão pará ( magé a petrópolis- estado do rio de janeiro),espero que agora vc comnpreenda a minha pergunta e tenha uma resposta concreta,esclarecodra e definitiva,por favor me desculpe encareciodamente se a minha primeira postagem não trouxe uma compreessão clara. Easpero que alguma dessas máquinas trabalhe nesse trecho. Obrigado

     
    • bcsanches

      16 de outubro de 2012 at 12:57

      Edson, nenhuma delas, não estamos envolvidos com este projeto. Existe algo a respeito sobre uso destas locomotivas?

       
  9. Edson

    16 de outubro de 2012 at 13:19

    Obrigado por uma resposta eu espero que a abpf se envolva com esse projeto e que de todo coração tenha muita sorte de encontrar uma forma de participar disso, porque vcs não tentam conversar com as cidades interessadas como magé e petrópolis a abpf é uma instituição muito linda que eu admiro e respeito, façam um mobilização pra salvar a estrada de ferro príncipe grão pará com uma dessas locomotivas maria fumaça que eu citei antes

     
    • bcsanches

      16 de outubro de 2012 at 13:27

      Edson, muito obrigado por palavras tão gentis. Nós aqui em particular somos a regional Sul de Minas, nosso foco principal é manter o que sobrou da Minas and Rio Railway, além do acervo que temos sob nossa responsabilidade.

      Como nosso trabalho é de voluntários, a distância dificulta nossa ação, mas não impede.

      Se os responsáveis do projeto possuírem interesse da participação da ABPF, tenho certeza que isso será muito bem vindo.

      Sobre fazer uma mobilização, isso depende das pessoas. A ABPF é formada por voluntários, se existe uma vontade das pessoas em fazer algum trabalho de restauração, elas é que podem se organizar e trabalhar para que isto ocorra e é claro, podem ser ou não pessoas da ABPF.

      Quase todos trens e trabalhos de restauração da ABPF nascem dessa forma, um grupo de pessoas preocupadas com o descaso com as ferrovias se une e começa trabalhar para preservação e recuperação dos bens, assim nascem as regionais da ABPF que fazem esse trabalho e contam com suporte de toda infra-estrutura e experiência da ABPF.

      Se você é da região, você mesmo pode começar esse trabalho, procurando interessados e se organizando para recuperação da ferrovia.

       
  10. Claudio Pereira

    26 de dezembro de 2012 at 23:56

    Parabéns pela boa matéria de recuperação das locomotivas.
    Voce sabe me informar se foi ai que foram recuperadas locomotivas ALCO para a CPTM?
    Um abraço

     
  11. ANDRE LUIZ

    24 de janeiro de 2013 at 21:57

    aBOA NOITE

    GOSTAIA DE SABER QUANDO IRÃO REFORMAR A LOCOMOTIVA A VAPOR 520 ORIUN DA DA ANTIGA OESTA DE MINAS,ELA É ORIGINAL DA OESTE DE MINAS,NÃO PERTENCEU A OUTRAS FERROVIAS.

    ABRAÇOS ANDRÉ LUIZ

     
    • bcsanches

      25 de janeiro de 2013 at 16:41

      Oi Andre,

      ainda não temos previsão, primeiro temos que terminar a 522 e a 327 (que entrou em reforma agora recentemente). O único fato quase confirmado é que ela deve receber pintura original de fabrica.

       
  12. Edson

    1 de maio de 2013 at 13:53

    Gostaria muito de saber porque a ABPF não pode trabalhar na reativação de ferrovia de Magé a Petrópolis – RJ com uma maria fumaça bem interessante, porque esse desleixo, desconsideração com a cidade do Rio de Janeiro, sugiro que vocês entrem em contato com as prefeituras de Magé e Petrópolis pra finalmente o projeto acontecer. Mobilizem- se agora em 2013. Poxa que decepção

     
    • bcsanches

      10 de maio de 2013 at 22:13

      Edson,

      antes de mais nada é preciso esclarecer que a ABPF não é uma entidade governamental que basta “chamar” que ela age. Ela é justamente o oposto: uma entidade não governamental formada por voluntários que utilizam do seu tempo livre para fazer algo.

      Não é uma questão de a ABPF se mobilizar, ela já esta mobilizada e agindo em diversas frentes em diversos lugares do Brasil. É uma questão das pessoas da região dessa ferrovia se mobilizarem e começarem a agir. Se você é da região, pode então você mesmo tomar a frente desse trabalho e começar a mobilizar pessoas interessadas. Com um grupo de pessoas com interesse no assunto e disponibilidade de tempo para agir, podem então, se acharem interessante, se associarem a ABPF para então poderem tirar proveito de todo conhecimento e experiência que os membros antigos possuem, o que é muito mais simples do que criar uma nova associação.

      Também nada impede de que seja criada uma nova associação e de que sejam feitas parcerias com a ABPF, como já ocorreu em outros lugares. A questão toda é as pessoas da região se mobilizarem e agirem.

      Nós por exemplo somos da regional Sul de Minas, nossos voluntários estão em grande parte na região de Cruzeiro – Sp, Passa Quatro – MG e São Lourenço – MG, fica quase impossível saírem daqui e fazerem qualquer coisa nessa região, sendo que por diversas vezes nosso pessoal já se deslocou para diversos lugares do país (inclusive RJ) para ajudar com trabalhos.

       
  13. Vinicius

    29 de janeiro de 2014 at 20:13

    Por que na estação de Cruzeiro atualmente só tem carcaças de locomotivas? Não vi nenhuma sendo reformada. E ainda asfaltaram grande parte da estação, cobrindo alguns trilhos. lsso quer dizer que a volta do trem turistico em Cruzeiro foi exterminado?

     
    • bcsanches

      29 de janeiro de 2014 at 20:20

      Não são carcaças, são locomotivas aguardando restauração. Nenhuma entidade de preservação no mundo tem condições de trabalhar em todas as locomotivas ao mesmo tempo, o trabalho é feito uma de cada vez. Das locomotivas em Cruzeiro uma esta operacional (a 2) e temos duas em reforma, a 522 e a 327.

      A 522 esta toda desmontada, sendo que seu longeirão, tender e caldeira se encontram na parte da oficina (que fica no lado oposto ao “estacionamento”). A 327 encontra-se desmontada dentro da oficina. Hoje mesmo estavam trabalhando nelas.

      Mais informações em https://abpfsuldeminas.com/?s=522.

      A volta do trem turístico em Cruzeiro não foi exterminada, só dificultada. O maior problema é a falta de interesse da população e do poder público em projetos desses tipos.

       
  14. Luciano de castro

    25 de dezembro de 2014 at 13:24

    Boa tarde!
    Moro Mage RJ e sou fan do projeto de vocês e gostaria de de ser voluntario. Como posso faser?

     
  15. leandro monteiro

    3 de janeiro de 2015 at 13:34

    Boa tarde!parabéns pelo trabalhos realizado para manutenção e conservação da ferrovias…tem algum projeto para itanhandu. Obrigado

     
    • bcsanches

      5 de janeiro de 2015 at 16:00

      Olá Leandro,

      muito obrigado pela visita e pelos comentários. Infelizmente, no momento não temos nenhum projeto para Itanhandu. Ao mesmo tempo, temos a sensação de que não existe interesse por parte do município.

      Obrigado

       
  16. Daniel

    2 de maio de 2015 at 22:10

    Prezado Sanches,
    Primeiramente, parabéns pelo trabalho que vocês vem efetuando para preservação da história em nossa região.
    Sou de Cruzeiro e, tinha o prazer de frequentemente ouvir o som que vinha da locomotiva que frequentemente passava em frente a minha residência, isso, infelizmente, acabou a mais de 10 anos devido ao descaso do poder público.
    Pude ver em um noticiário (http://www.mixvale.com/portal/2015/04/22/15312/) que há planos para volta do trem na cidade de Cruzeiro junto a cidades do Sul de Minas, porém, vendo pelo trabalho que vocês estão executando, percebo que as questão das locomotivas estão sendo bem tratadas. O problema, em Cruzeiro, seria a deterioração da estrada de ferro, e, houvi um comentário uma vez que o túnel da Mantiqueira (Cruzeiro x Passa Quatro) estaria intransitável. Gostaria de saber mais informações de você sobre esse assunto e, se você acredita que “pelo andar da carruagem” será possível a volta da locomotiva na cidade de Cruzeiro.
    Mais uma vez parabéns pelo trabalho.
    Obrigado.

     
    • bcsanches

      4 de maio de 2015 at 17:26

      Oi Daniel,

      obrigado!

      são várias questões, então vamos ponto a ponto.

      Primeiro a reportagem: ela é uma grande coleção de besteiras e informações desencontradas. Nunca existiu trem Cruzeiro – São Lourenço, nunca existiu (e nem existe) locomotiva sendo reformada em Passa Quatro e por ai vai…

      O Trem em Cruzeiro é bem complexo de implantar, pois sempre vai ser um trem deficitário (ou por um longo período). O trajeto é longo e difícil, devido a serra, que encarece muito os custos de operação e manutenção. Junte a isso o fato de Cruzeiro não ser uma cidade turística e você não tem um fluxo de visitantes suficientes para bancar o trem.

      A ABPF Sul de Minas sempre teve interesse em Cruzeiro, afinal é um dos trechos ferroviárias mais belos do Brasil e é de onde grande parte do pessoal da ABPF atua e reside. Mas observe na reportagem que nem se fala em ABPF, então pelo visto o trabalho da ABPF aqui na região é inútil ou ignorado pelos políticos locais.

      Obrigado

       
      • Daniel

        4 de maio de 2015 at 19:46

        Sanches,

        Obrigado pelas informações.

        Provavelmente trata-se de jogadas politicas vistas as eleições municipais do próximo ano.

        De qualquer forma, esperamos que um dia o trem volte e ajude a cidade a prosperar.

        Grato.

         
  17. almyr pereira de rezende

    1 de outubro de 2016 at 14:26

    Alô BRUNO! Como está o restauro da locomotiva 522, que nunca mais ouvi falar.
    Sabe-se que não é barato, mas os serviços continuam em andamento?
    Abs
    Almyr – Brasília- DF 01/10/2016

     
    • bcsanches

      3 de outubro de 2016 at 10:27

      Olá Almyr,

      esta parado até finalizarmos a 327, os trabalhos devem ser retomados no inicio do ano que vem.

      Problema não é custo, mas sim prioridades e falta de pessoal.

      Atenciosamente

       
      • Edson Rodrigues De Carvalho Junior

        7 de janeiro de 2017 at 9:20

        BOM DIA GOSTARIA DE SABER SE ABPF POSSUI ALGUM PROJETO PRA REATIVAR A MARIA FUMAÇA DA CIDADE DE CONSERATÓRIA( RJ) AGORA EM 2017. QUERO PEDIR, SUGERIR, IMPLLORARAR QUE A APBF REATIVE O TRECHO DE MARIA FUMAÇA CONSERVAÓRIA- VALENÇA- RJ COMO RAMAL TURÍSTICO, POR FAVOR ENTEM EM CONTATO COM AS PREFEITURAS ENVOLVIDAS, ESTUDEM O PROJETO E PROMOVAM ESSA REATIVAÇÃO DESSE LINDO RAMAL RAMAL TURÍSTICO. ESPERO QUE A ABPF TOME CIÊNCIA DO MEU PEDIDO E O ESTUDE COM CARINHO PRA QUE ESSA REATIVAÇÃO DA MARIA FUMAÇA EM CONSERVATÓRIA SE CONCRETIZE EM 2017. OBRIGADO.

         
      • bcsanches

        9 de janeiro de 2017 at 9:07

        Olá,

        como já respondido nos diversos emails que recebemos: não existe projeto algum para conservatória por parte da ABPF e isso não é algo que acontece rapidamente. De qualquer forma, a ABPF é uma entidade onde o trabalho é feito por voluntários, não é uma empresa que sai abrindo filiais conforme interesses. Não cabe a ABPF estudar ou procurar prefeitura para implantar trem em Valença ou qualquer outro lugar. A iniciativa tem que partir de Valença e mais precisamente, de pessoas na cidade que tenham interesse em tocar tal projeto.

        Atenciosamente

         

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: