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Trem Solidário em Passa Quatro

Foi um sucesso o Trem Solidário realizado em prol da Casa de Caridade de Passa Quatro “Santa Casa” no último dia 12 de novembro. Os bilhetes para o passeio de trem foram distribuídos em troca de kit’s compostos por materiais e alimentos não perecíveis. Foram determinados 9 tipos de kit que foram montados de forma a suprir as necessidades da Casa de Caridade além de terem um custo bem próximo uns dos outros.

Embarque dos passageiros na estação de Passa Quatro: lotação completa no trem

O trem foi um sucesso e os passageiros além de contribuir para uma causa nobre, desfrutaram de um belo passeio de trem

Foi realizada ampla divulgação na cidade e pelos meios eletrônicos, como sites e fanpages em redes sociais e a procura foi grande, tendo o trem saído com lotação completa.

Os kit’s arrecadados em troca das passagens para o passeio de trem

Os kit’s arrecadados em troca das passagens para o passeio de trem

As doações arrecadadas serão 100% repassadas a Santa Casa.

Esse Trem Solidário faz parte do programa “Trens Sociais”, desenvolvido pela ABPF em seus trens que visam contemplar a comunidade local e as instituições de relevância dos municípios. Viagens de trem são oferecidas onde os bilhetes são fornecidos aos passageiros em troca de doações a serem repassadas para instituições filantrópicas, além de ser uma forma de incentivar a educação patrimonial no município e promover o acesso à este meio de transporte, sendo um resgate desse importante capítulo da história do município. O custo dessas viagens sociais é 100% subsidiado pela ABPF, não havendo nenhum ônus para as entidades ou órgãos públicos e as doações são entregues sempre na íntegra para as entidades alvo das campanhas.

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Publicado por em 22 de novembro de 2017 em Uncategorized

 

Testes com a Locomotiva 327

Testes com a Locomotiva 327

No dia 15/08/2017 foi um dia especial, pois pela primeira vez em anos após entrar em reforma a locomotiva 327 andou novamente, abaixo alguns vídeos gravados na oficina de Cruzeiro durante os testes:

Andando pela linha de testes:

A previsão é que ainda este ano a Locomotiva 327 seja transferida para Passa Quatro, para substituir a locomotiva 332, que será então transferida para São Lourenço para substituir temporariamente a locomotiva 1424.

 

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Trem beneficente em São Lourenço

No último domingo, dia 05/03, a ABPF Regional Sul de Minas doou um passeio do Trem das Águas para ajudar na arrecadação de fundos para o tratamento do menino Matheus na Tailândia. Ao todo foram vendidas 344 passagens a R$20,00 cada, sendo toda a renda doada para a causa do menino. Várias campanhas foram feitas em São Lourenço com esse objetivo e a ABPF participou desse movimento solidário coletivo.

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O passeio beneficente em prol do menino Matheus foi um sucesso!

 
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Publicado por em 6 de março de 2017 em Uncategorized

 

Manutenção no pátio de Cel. Fulgêncio

Nas últimas semanas a Regional Sul de Minas realizou trabalho de manutenção no pátio da estação de Coronel Fulgêncio. Foi realizada a troca de dormentes, correção da geometria das vias além de compactação do lastro. Foi realizado também uma intervenção na área do pátio para melhoria da drenagem das águas pluviais, com abertura de uma nova valeta para escoamento das águas.

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Esse trabalho está alinhado com o plano de manutenção e melhoria da superestrutura da ferrovia implantado pela ABPF Sul de Minas, onde visa-se resgatar o padrão de qualidade que não se via desde os tempos de RSM/RMV. O foco principal é a plena segurança nas operações bem como o atendimento às normas reguladoras existentes. Todo o trecho ferroviário vem recebendo atenção, com renovação do lastro, descontaminação do existente e aplicação de novo para complementação, troca de dormentes e correções na geometria da via. O trabalho de manutenção de via permanente é constante; a Regional conta com uma equipe especializada contratada, a qual trabalha diariamente no serviço de manutenção. Aqui no site mostramos apenas alguns exemplos dos diversos trabalhos que são realizados.

 
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Publicado por em 23 de janeiro de 2017 em Uncategorized

 

RECUPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO MATERIAL HISTÓRICO DA ABPF

Abordaremos brevemente um dos principais viés da ABPF como instituição preservacionista que é: a manutenção e resgate de características originais do material histórico pertencente ao seu acervo.

Além de todo o trabalho já amplamente divulgado e conhecido nessa área, com a recuperação de locomotivas a vapor, diesel, vagões, carros de passageiros, estações e etc., existem detalhes que muitas vezes passam desapercebidos pela maioria das pessoas e são de alguns desses detalhes, não menos importantes do que todo o restante do trabalho desenvolvido que falaremos agora: a recuperação dos antigos padrões de pintura e da tipologia dos letreiros, marcações e símbolos aplicados pelas estradas de ferro em seus respectivos materiais rodante.

A ABPF vem desenvolvendo um minucioso trabalho de pesquisa, catalogação e registro de todos os elementos gráficos aplicados no material rodante que compõem seu acervo. O material que ainda apresenta esses elementos semi preservados, está sendo catalogado, com o registro de todos os elementos, com a coleta de todas as dimensões, desenho e fotografias, além dos tons de tinta utilizados, para que posteriormente, após a conclusão dos trabalhos de recuperação do veículo, sejam reaplicados da forma original.

Para os casos onde não mais existem esses elementos (principalmente em se tratando das pinturas originais das ferrovias, que depois foram incorporadas à RFFSA e/ou FEPASA que aplicaram suas respectivas pinturas padrão), tem sido desenvolvido amplo trabalho de pesquisa, através de documentos e fotografias antigas que nos permitem entender e recuperar a tipologia das letras, números, símbolos, etc. bem como suas dimensões através de cálculo de escala na fotografia baseado nas medidas reais de cada veículo. Em alguns raros casos, encontra-se as folhas normativas originais das ferrovias com as especificações dos letreiros e cores de pintura, mas são casos bem raros.

A pesquisa e o trabalho para o desenvolvimento dos elementos gráficos o mais próximos possível dos originais leva dias e até meses até que se obtenha o resultado mais fidedigno possível, o qual a cada dia aperfeiçoa-se mais visando a fidelidade e a preservação do material ferroviário histórico.

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  • Processo de registro/catalogação dos elementos ainda existentes em veículountitled-1
  • Processo de criação das máscaras dos elementos, baseado nas medidas encontradas e fotografias dos mesmosimg_20161214_170755138
  • Aplicação de máscara para pintura em carro de passageirosimg_20161215_121249594
  • O carro já com o trabalho de pintura concluídoimg_20161215_100357714
  • Detalhe da marcação de primeira classe, feita com o estilo da épocaimg_20161215_131135075_hdr
  • Mascara aplicada em carro de aço carbono, pronto para receber a pinturaimg_20161216_081951337_hdr
  • Carro de aço carbono com pintura concluída; foram aplicados também os elementos de identificação de classe e de matrícula do veículo
 
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Publicado por em 26 de dezembro de 2016 em Uncategorized

 

Regional recebe mais uma locomotiva Locomotiva GE 45Ton

A Regional Sul de Minas recebeu esse mês mais uma locomotiva Ge 45ton; dessa vez, a mesma foi cedida a nós pela CODESP (Companhia Docas do Estado de São Paulo) em uma parceria, que além dela, inclui a atualização do contrato de cessão da locomotiva Manuela (que hoje se encontra em São Lourenço). Em troca a ABPF vai fazer a restauração cosmética da locomotiva Lavoura, uma pequena locomotiva a vapor, 0-4-0, “irmã” da Manuela, além de construir uma pequena gare para o abrigo da Lavoura no pátio do museu da CODESP em Santos. Após visitas para verificação da locomotiva e tratativas burocráticas a locomotiva foi desmontada e transportada por carreta até o pátio de Cruzeiro onde já se encontra nos trilhos e junto com as outras duas locomotivas de mesmo modelo adquiridas pela regional no final de 2015.

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A locomotiva ainda em operação no porto de Angra dos Reis em outubro de 1991; foto gentilmente cedida pelo Eliezer Magliano

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Quando chegamos para verificar a locomotiva em julho de 2014 ela estava assim: fechada dentro de um cercado metálico para proteção; os operários iniciaram então a remoção do mesmo para a locomotiva pudesse ser inspecionada

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Após a remoção do cercado, pudemos ver a locomotiva

A operação de retirada da locomotiva durou no total 3 dias, iniciou-se no dia 10 de Maio quando o pessoal da ABPF foi ao local preparar a locomotiva para o içamento, no dia seguinte foi feito o carregamento da locomotiva na carreta e finalmente no terceiro dia, a locomotiva foi entregue em Cruzeiro.

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Equipe da ABPF preparando a locomotiva para o içamento sem os truques

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Içamento da locomotiva com dois guindastes para remoção dos truques

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Após içada e estabilizada, iniciou-se o reboque dos truques para fora

Para a operação de transporte foi necessário o aluguel de dois guindastes, um caminhão munck (para fazer o içamento dos truques da locomotiva), uma carreta prancha (para o transporte da locomotiva) e um caminhão comum (para o transporte de trilhos e ferramentas usados na operação).

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Um dos truques já removido e rebocado aguardando embarque na carreta

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Um caminhão munk foi utilizado para embarcar os truques na carreta

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Um dos truques sendo posicionado nos trilhos instalados na carreta

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Após a colocação dos truques nos trilhos instalados na carreta, foi a vez de recolocar a locomotiva sobre eles

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Carregamento concluído e a locomotiva já deixando o porto

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Chegada no pátio de Cruzeiro: ela foi recebida pela “Rebeca”, uma das locomotivas adquiridas no leilão de dezembro de 2015 e recebidas pela regional no início desse ano; a mesma já estava operacional e foi então utilizada para desembarcar a locomotiva recebida de Angra dos Reis

Agradecemos ao Tharles Alves de Angra dos Reis que nos ajudou com os primeiros contatos no Porto de Angra e ao Eng. Antônio Carlos da Mata Barreto, que foi a pessoa da CODESP que cuidou de toda a burocracia e pacientemente, fez tudo acontecer. O processo todo se iniciou em 2014 e foram necessários praticamente dois anos para se concretizar todo este trabalho.

 
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Publicado por em 7 de junho de 2016 em Uncategorized

 

Locomotivas GE 44 Ton

A Regional Sul de Minas adquiriu em dezembro de 2015 duas locomotivas diesel-elétricas da Sobel/Tiplam através de leilão. Devido ao recesso de fim de ano, a burocracia só pode ser resolvida em janeiro de 2016 e após isso ficamos aguardando até que fossem liberadas as manobras das duas no pátio do porto de Cubatão, onde contamos com o apoio da VLi que as rebocou até o ponto onde os caminhões podiam chegar para embarcá-las.

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Foram necessários dois grandes guindastes para realizar o içamento das locomotivas e colocá-las sobre as carretas

Processo de embarque da "Joana" e a mesma já carregada pronta para seguir viagem até Cruzeiro; foram necessários dois grandes guindastes para realizar o içamento das locomotivas e colocá-las sobre as carretas

A “Joana” já carregada pronta para seguir viagem até Cruzeiro

A "Rebeca" já carregada pronta para seguir viagem até Cruzeiro

A “Rebeca” já carregada pronta para seguir viagem até Cruzeiro

A "Rebeca" chegando em Cruzeiro na tarde de 08/03/2016

A “Rebeca” chegando em Cruzeiro na tarde de 08/03/2016

A "Rebeca" chegando em Cruzeiro na tarde de 08/03/2016

A “Rebeca” chegando em Cruzeiro na tarde de 08/03/2016

A "Joana" chegando em Cruzeiro na tarde de 08/03/2016

A “Joana” chegando em Cruzeiro na tarde de 08/03/2016

A "Joana" chegando em Cruzeiro na tarde de 08/03/2016

A “Joana” chegando em Cruzeiro na tarde de 08/03/2016

As locomotivas, denominadas “Rebeca” e “Joana”, são do modelo GE 44 Ton e possuem respectivamente as bitolas de 1,00m e 1,60m. Infelizmente ambas não possuem mais as placas de fabricação e informações com relação a procedência delas são inexistentes até o momento.

Desembarque da "Joana"

Desembarque da “Joana”

Desembarque da "Joana": a Sentinel 167 foi utilizada como "vagão madrinha" entre a "Camila" e ela

Desembarque da “Joana”: a Sentinel 167 foi utilizada como “vagão madrinha” entre a “Camila” e ela

A locomotiva “Rebeca” está operacional, tendo inclusive sido ligada após o desembarque e uma checagem completa; deslocou-se por todo o pátio sem problemas.

Já a locomotiva “Joana” está parcialmente desmontada; ela estava passando por uma reforma que não chegou a ser concluída.

A  "Joana" já desembarcada no pátio de Cruzeiro com a Sentinel 167 utilizada como "vagão madrinha" entre a "Camila" e ela para as manobras

A “Joana” já desembarcada no pátio de Cruzeiro com a Sentinel 167 utilizada como “vagão madrinha” entre a “Camila” e ela para as manobras

Em breve ambas passarão por reforma e a tendência é que a “Rebeca” siga então para Passa Quatro e auxilie os trabalhos no Trem da Serra da Mantiqueira. O destino da “Joana” ainda vai ser estudado.

 
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Publicado por em 23 de março de 2016 em Uncategorized